Perfil da Chef Gestora


Perfil e estilo da Chef



O lado A – “o Raio-X”.

A formação acadêmica e intelectual de Shirley Santos não foge aos padrões pré-concebidos e aguardados de quem tem uma definida personalidade. Carioca, graduada em Administração de Marketing, com capacitação técnica e formação intelectual e cultural nas áreas de Recursos Humanos, Psicologia, Artes Cênicas e Gastronomia. Aprecia as ciências esotéricas com ênfase na “matemática e metafísica numerologia”, a alquimia e a física quântica.

Em seu “puzzle” curricular e cultural afloram as experiências junto a grandes empresas nacionais e transnacionais nas áreas de base até direção, gestão e liderança, auditoria, mercados financeiro e de saúde, marketing, atuando ora como contratada, ora como consultora também em outros segmentos ligados aos nichos de alimentação e entretenimento.
A autoria de dois livros e o terceiro sob criação, todos ainda inéditos e aguardando o momento certo para serem levados a público, assim como a direção de marketing e comunicação de uma Câmara de Comércio Internacional e um Instituto de Políticas Governamentais também constam desta eclética experiência de vida.



O lado B – “a Ressonância Magnética”


“Crie e faça o novo, sempre, e de outra forma”

Quebrando padrões. É a Física Quântica!

Anyway, think about it !!!


Busca a diversidade, a multiespecialidade e a confluência para além dos padrões e sistemas lógicos. Ser multiespecialista é ousar expor, impor, sobrepor e contrapor as duas vertentes cerebrais e suas distintas capacidades. É o lado direito e o lado esquerdo trabalhando em harmonia e, ao mesmo tempo, em desafio contínuo e auto-estímulo.


Visão da Gastronomia


Sou titular da celebração de uma cozinha criativa, inventiva e inovadora, inspirada em tradições e diversas influências gastronômicas, porém não aprisionada a nenhuma delas, e uma promotora do harmônico casamento entre as “diferenças e as impossibilidades”. Construí um conceito e uma categoria específica e muito peculiar, inédita, a partir de meu universo e entendimento das artes gastronômicas.

Em síntese: é um entendimento de visão sistêmica e neocontemporânea do setor, recepcionando uma diferenciada proposta que chamo de “Food Artistic Designer” onde a imaginação e criatividade são residentes e proprietárias.



Sobre o Contexto


“Aprecio a estética e o aroma.
Aproximo a pele para sentir a temperatura.
Observo as formas e cores e calculo a harmonia do conjunto antes de me deixar prender pela boca, feito um peixe.”


A gastronomia e o prazer de receber bem estão em minha miscigenada árvore genealógica.
De bisavós e avós italianos, franceses, portugueses e até descendentes de escravos, sendo exímios cozinheiros, apreciadores da boa mesa e anfitriões, até chegar aqui na “terrinha” com uma avó que sai lá das bandas das “Gerais” (Minas Gerais), acabei recebendo como herança deles o jeito para ser anfitriã e me entender profundamente com os “Pratos & Panelas” além de me encantar e emocionar com os resultados que ocorrem na união de simples ingredientes que, sozinhos, não dizem muito e os transformar no que chamo de “Alquimias Gastronômicas”, nomenclatura esta que "batizei" minha griffe de diferenciadas e exóticas criações.

Gosto de ter tempo para me dedicar a estas “Alquimias Gastronômicas”, de entrar nesta imersão e apreciar cada detalhe desta criação. Isso tudo é uma volta às raízes, a infância, onde tudo começou. Nem preciso fechar os olhos para “ver” um muito alegre passado... Tive a honra de receber do universo duas avós e três tias que - mesmo cercadas de empregados para os serviços domésticos - sempre fizeram questão de cozinhar aos domingos para a enorme família e ver a todos nós ao redor das fartas, belíssimas e saborosas mesas. A sedução dos aromas, sabores e formas dos pratos, a atmosfera de alegria e confraternização são itens profundamente gravados em minha memória. Ainda hoje posso sentir o cheiro daqueles assados, massas e doces feitos ali, bem na nossa frente, com todo amor e carinho, ver e sentir o colorido e textura das folhas, frutas, ervas, temperos e verduras colhidas nas belas hortas orgânicas e se transformando em saborosos "mosaicos", além do som das músicas, animadas conversas e tilintar dos copos de drinques.
Um passado que não volta, mas um presente que sempre podemos fazer bem e até mesmo melhor com nossas atuais famílias, colaboradores e amigos.



“Nem alta e nem média. Apenas a ótima gastronomia.”



Criamos a Paixão Por Pizza e Paixões da Chef Gastronomia que são prestações de serviços diferenciadas.
A fórmula inusitada de “levar” a gastronomia e seus sabores, visuais e aromas até ao consumidor, como diz o seu slogan: “Porque a nossa paixão é levar a sua até você!”, vêm seduzindo e surpreendendo o mercado carioca, seja ele o residencial ou o corporativo. Empresas e condomínios fazem parte da Rede de Associados onde seus funcionários, colaboradores e residentes desfrutam de benefícios e “mimos” pensados e criados exclusivamente para eles. Quanto à qualidade não precisa nem perguntar ou analisar. Sou categórica. Se não for para fazer muito bem feito, em todos os detalhes, agradeço e dispenso. Chamem as demais.


“Doing more and better is in our nature.”

“Fazer mais e melhor está em nossa natureza.”


Minha equipe de colaboradores compreende e vivencia estas experiências a cada etapa do processo e a cada dia que passa, através do treinamento, convivência e atmosfera harmoniosos entre todos. Tem que haver respeito e amor ao que se faz. E, aqui, sobra!



“O Marketing foi um encontro de afinidades.
A Gastronomia um encontro de almas.”


Agora tenho a certeza de que dá para você, meu atencioso leitor, perceber o que foi o resultado deste dom aliado à informação no segmento adquiridos e absorvidos nos incontáveis livros, revistas, informes, turismo em diversas cozinhas de diversos restaurantes e similares, palestras, e outros "consumidos e degustados" desde a infância, estímulo dos amigos, uma ótima equipe de colaboradores, memórias e bons exemplos de família, unidos a minha também formação em planejamento, gestão e marketing que em muito ajudam o caminho de sucesso, qualidade, exigência, satisfação e superação das expectativas dos consumidores, que trazemos ao mercado para você.



É a sinergia, equilíbrio e união do Yin e Yang.
Masculino e feminino.
Positivo e negativo.
Preto e Branco.
Lado A, Lado B, Lado B, Lado A!

Do Rascunho a Arte Final - Entrevista Black&White. Por Amaury Santos



Quem é a Shirley Santos?

Prefiro te responder "o que é Shirley Santos" e te oferecer uma visão sistêmica:

As críticas não me abalam - apenas me fazem pensar, e retirar o melhor delas. Os elogios não me iludem - apenas me mostram as nuances da natureza de cada ser humano. Sou o que sou e não o que dizem. Mesmo que o que digam seja o melhor dos conceitos. Vivo o presente, ajudando em meus atos o melhor para futuro para mim, para os que gosto, ou não gosto e, principalmente o Universo... e tchau para o passado... mantendo-o apenas como referência, mas nunca com a intenção de voltar, voltar e voltar. Se não deu certo, não tente consertar. Não perca o seu tempo em dobro. Crie e faça o novo, sempre, e de outra forma. Quebrando padrões. É a física Quântica. Anyway, think about it!


Qual o resultado da mistura de marketing x gastronomia?

O resultado é uma enorme satisfação profissional e pessoal. É conforme falo em meu perfil profissional: “O Marketing foi um encontro de afinidades e a Gastronomia um encontro de almas.” Este mix mexe com a minha experiência e história.
Tudo o que fazemos com amor e satisfação acaba sendo uma detalhada construção e não um trabalho.
Gosto e funciono muito bem em ambas as áreas, pois possuo um equilíbrio bastante interessante entre as funcionalidades do lado direito e esquerdo do cérebro, mas só agora, recentemente (novembro de 2007), é que decidi ouvir a minha voz interior, e também depois de passar anos e anos recebendo o apoio de meus pais e amigos para que eu ingressasse comercialmente na área, uma vez que sempre pratiquei a recepção e gastronomia como saborosos hobbyes. E estes mesmos amigos e parentes sempre foram as minhas corajosas cobaias!


Você criou uma nomenclatura muito própria para você: Gestora Gastronômica. O que vêm a ser?


Sim. Transportei a minha experiência executiva para dentro das panelas. Criar e gerir uma receita e uma cozinha requerem habilidades muito similares com a gestão e administração de uma empresa.

Tudo tem de ser planejado, mensurado, argumentado e fundamentado dentro de uma visão sistêmica e, após, classificado por unidades e estilos. Apropriei-me deste cenário, adaptando-o à realidade exigida pela gastronomia e sob a ótica não apenas do Chef, mas do consumidor, do degustador daquela alquimia gastronômica.
Para resumir: o que defino como "gestora gastronômica", é a minha formação acadêmica e curricular nos meandros executivos, tendo agora as suas aplicabilidades adaptadas aos territórios gastronômicos e sob o ponto de vista e ótica do gourmet e cliente daquele resultado.
E outro detalhe: apesar das responsabilidades nutricionais das minhas composições alquímicas, faço questão de manter a minha liberdade e inspiração desconectadas de normas e procedimentos pré-concebidos. O que impera em minha cozinha é a fórmula "bom-bom": bom senso e o bom gosto.

Você dispensa os títulos de Chef Gastronômica e Pizzaiola?



Não dispenso os títulos.
Ser denominada especificamente de "pizzaiola" limitaria um universo que começou através da tradução das pizzas, mas que logo em seguida transpassa fronteiras através dos crepes e outras criações e execuções. Apenas, por uma analogia, entendo que não posso ser chamada de médica por saber aplicar muito bem os primeiros socorros e fazer um bom curativo. O médico pesquisou e estudou anos a fio para ter direito a este título. Idem ao "Chef gastronômico".
A minha cozinha é cercada de competência prática por anos e anos atrás de "fogões informais" e por vontade própria, unidos a uma base e noção nutricional, intuitiva, pesquisadora mas não acadêmica em si. Pelo menos por enquanto. Acredito até que Ferran Àdria, o famoso Chef catalão, discutiria comigo este ponto de vista pois, segundo ele, um bom Chef só pode ser chamado assim após, pelo menos, uns 6 anos de prática. Se eu te confessar que desde os 6 anos de idade eu já habito cozinhas e deixo a imaginação e prática voarem... isso sem falar que uma de minhas mestras foi uma tia formada em química, física e biologia. Cada sanduíche feito era uma vasta e profunda aula dada e aprendida!


Você é adepta das relações de reciclagem e orgânicos?


Sim, orgânicos e reciclagens. E não só das que geram resultados positivos ao meio-ambiente. Principalmente das que geram resultados internos e de posturas.


Como assim? Você quer dizer reciclagem de pessoas?


Sim, é isso mesmo.
Precisamos reciclar nossas idéias e nossos ideais.
Precisamos aprender a dizer "esqueci" quando sabemos algo, e a informação temporariamente nos fugiu da memória, e "não sei" quando não dominamos a matéria. Isso também se chama simplicidade.
Uma boa sugestão de reciclagem começa pelos relacionamentos humanos.
Eles também precisam ser orgânicos e buscar mais suas raízes. Precisamos prestar atenção nas palavras e posturas que poluem, na arrogância que fere e intoxica o organismo, e ecoa e tremula em nossos corpos e atitudes, desencadeando um efeito em cascata que estimula o desconforto, apreensão e insatisfação entre as pessoas e profissionais de classe.
É necessário arrancar esta agricultura de egos inflados e replantarmos hortas de respeito e carinho ao ser humano, antes de quaisquer títulos que este porte, seja ele de cozinheiro, copeiro, maitre ou chef.
Abaixo a arrogância e avante a gentileza.
Pessoas pensam, criam e sentem e, sendo assim, é inconcebível que tenham estas suas potencialidades desmerecidas.

E quais são as "Paixões da Shirley", ao invés das Paixões da Chef?


São diversas e intensas! Gastronomia e enologia. Acho que isso até nem precisaria ser dito. Artes plásticas: criar, realizar e apreciar. Malhação - uma necessidade de corpo e alma. Música. Meus familiares e amigos. Escrever e ler. Cavalgar e praticar Yoga. A vida e Deus, naturalmente! E tantas e tantas outras.


Pratica esportes?

Quando resolvo dedicar algum tempo. Malhação, corrida, yoga e cavalgada.


Quais suas atividades prediletas?

Diversas, e que mexam com a criatividade. Cinema, teatro, dançar (amo!), planejar e desenvolver o que chamo de "minhas alquimias gastronômicas" através da Paixão Por Pizza Gastronomia e Crêperie Paixões da Chef para os meus degustadores.
Saio completamente de órbita quando entro em processo das criações.



Gosta de Leituras? Quais estilos?

Sim, amo. Geralmente são técnicos. Administração, Marketing, Física quântica. Gastronomia, Arquitetura, Design e Decoração. Auto-ajuda (sérios, é óbvio). Literatura Sheicho-No-Ie (Filosofia de vida baseada no budismo, xintoísmo e catolicismo). Alguns (raríssimos) romances. Muitas revistas de alta informação (Diversas de Gastronomia, Exame, Bons Fluídos, Casa Cláudia, VIP, e outras).


Qual a sua música favorita?

São tantas! Um estilo: lounge music (tipo Daslu Music). Smooth Jazz, House, Chillout, Bossa Lounge, o tema de Efeito Borboleta: "Stop Crying Your Heart Out", com Oasis. TODO O TRABALHO DO SENSACIONAL E POLITICAMENTE CORRETO DEEP FOREST - MARAVILHOSO - idem ao trabalho dos brasileiríssimos e belíssimos LSJack, Vinicius Cantuária, Jorge Versillo. A banda britânica Jamiroquai, o também britânico Seal, a irlandesa Enya, a canadense Diana Krall, Craig Davis, o projeto Enigma, Clannad & Bono, Gregorian com a indefectível e esplendorosa "So Sad", Royal Philarmonic Orchestra, e outros. Jay Vaquer - simplesmente ele é "o que há"... tenho certeza de que algumas pessoas precisam fazer um "up-load" no intelecto para alcançar o brilhantismo.


Gosta de Programas de TV?

É um dos males necessários da atualidade para se manter informada com agilidade, além da contemporânea internet. Jornalismo, Gastronomia, Informativo e Humorísticos. Gosto principalmente de assistir aos comerciais, por incrível que possa parecer. Gosto de testemunhar o "boom" de brilhantismo e qualidade que a publicidade mundial e especificamente a nacional vêm escalando. Um luxo e show de competências. Especialmente cito um da Smirnoff Sea (veja abaixo) que é simplesmente acima de quaisquer defeitos. Acho-o perfeito tanto em concepção, como criatividade, composição artística e direto ao ponto. Primoroso.

Sua cinemateca?

Gosto muito de documentários, e do estilo que façam raciocinar um pouquinho tipo "The Butterfly Effect" (Efeito Borboleta), com Ashton Kutcher e outros, e direção de Eric Bress, e "What the bleep do we know?" (Quem somos nós?) com Barry Newman, Elaine Hendrix, e outros, e direção de Betsy Chasse. Match Point, direção de Woody Halen. Às vezes, românticos, do tipo "What dreams may come" (Amor além da vida), com os espetaculares Robin Williams, Cuba Gooding e outros, e direção de Vincent Ward.

Conforme perguntam no perfil de um famoso site de interrelacionamento: Quais as cinco coisas sem as quais não consegue viver?

C
inco?? É pouco, muito pouco!
1) Minha família. 2) Meus amigos. Meus ma-ra-vi-lho-sos amigos! Sem os quais, nem pensar! 3) Meu trabalho e, principalmente, minha produtividade. 4) Minhas realizações pessoais e profissionais. 5) Minha criatividade latente e divisão dela com amigos e familiares. 6) LUZ DO SOL! SOL! MUITA LUZ E CLARIDADE! 7) Sem RESPEITO! Respeito às pessoas, ao meio-ambiente, ao maravilhoso Universo que nos foi "emprestado" enquanto estamos aqui "de passagem", pois viemos para cá para preservar e construir e, sendo assim, tenha certeza e a consciência de que, ao partir, ficará mais alguma construção do que o que tinha quando você chegou... 8) Deus!


E os relacionamentos pessoais?

Nossa! Grandes aprendizados, "caras e corações ralados" e crescimentos! Nesta evolução aprendi a separar o "joio" do "trigo" e, desta seleção, fazer o melhor pão do mundooo!! Também aprendi a respeitar as divergências e diferenças e solicitar - ou exigir - o mesmo para mim, e a entender que tudo que começa, tem meio, e um dia acaba. E isso não têm nada a haver com amor... Tantas e tantas outras coisas!


Qual o seu maior radicalismo?

Com a Hipocrisia. Mentira - sou um ser humano bastante flexível, mas extremamente radical com pessoas hipócritas e mentirosas. Não perdôo. Deixo isso para meu Pai - "Deus". Apenas risco do mapa como se NUNCA tivessem existido. E também com a indiferença. É inconcebível não olharmos para os lados, não entendermos que tudo começou lá atrás, de apenas um casal e que, de certa forma, somos todos uma grande família. Não dá para não entender que é obrigação nossa somarmos e, para alguns, até exponenciar nas relações sócio-humanitárias levando a luz para os nescientes e ajustando o foco para os ignorantes. Acho que já me fiz entender...


Quais são os seus ídolos?

Não tenho ídolos. Prefiro dizer que tenho grandes exemplos de vidas e feitos. E são diversos. E em diversas áreas e por diversos motivos. Deus é o máster-exemplo. Depois vem o mestre Matshaharu Tanigushi (mestre da Sheicho-No-Ie), seguido de Meu Pai (um grande homem - tanto na forma quanto na concepção - e um grandioso ser humano, grande exemplo de caráter, caráter e caráter, formação, conduta, perseverança, amor, docilidade, solidariedade, amizade e carinho, e muitos outros adjetivos), Mahatma Ghandi, e segue a relação... ! Prefiro não citar alguém ligado a gastronomia, porque são muitos.


E as suas cozinhas prediletas?

Aprecio todas, mas admiro a Italiana, Indiana, Tailandesa, Japonesa, Mediterrânea e, obviamente, brasileira! O mix. Amo muito tudo isso!

Imagens concedidas: Workshop FNAC - Marketnews Planej. Mkt Gastronômico - Criações da Paixão Por Pizza Gastronomia - Trabalhos artísticos da gestora gastronômica Shirley Santos.

Membro da Confraria Amigas do Vinho e Confreira do Forum de Eno-Gastronomia. Member of The American Society of Rio de Janeiro. Por Amaury Santos, jornalista e radialista.




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As Gratas, Encantadoras e Deliciosas Satisfações...



Sucesso de público, criatividade e qualidade no BGourmet - edição carioca!


Evento realizado no Casa Shopping .
Trata-se de um sofisticado evento de propriedade intelectual do Grupo Abril, com patrocínio da Brastemp e que, nesta edição, comemorou também os 30 anos da Revista Casa Cláudia. Há edições também em SP e Curitiba.

A simbiose entre gastronomia, arquitetura e decoração foi espetacular atraindo um grandioso público em seus mais de 15 dias de acontecimento.
Alguns Chefs – como foi o meu caso - cozinharam ao "vivo e em cores", no meio do interessadíssimo e elitizado público, em uma maravilhosa cozinha construída exclusivamente para a ocasião com todos os produtos e tecnologia da Brastemp, lógico.

O tom foi um misto de descontração e requinte, pois o evento assim pedia, onde discorri sobre o lado cultural e originário de cada elemento que comporia aquela alquimia gastronômica, conforme cada etapa do preparo até a sua degustação final.
Criei especialmente para o evento a pizza "B! Gourmet Carioca", o que acabou roubando a cena e levanto a Brastemp/Abril a substituirem o título de minha palestra (Pizza: uma irresistível Paixão) pelo nome da própria pizza. Trata-se de uma pizza circular e quente, com sobreposição de outra massa-pizza côncava e fria, o que propicia o frescor da rúcula orgânica e dos tomates-cereja durante todo o processo de degustação.
Como fator-surpresa e lançando mão do respeito e agradecimento também criei - sem comunicação prévia - a "Vulcão Casa Cláudia" (conforme o próprio nome já diz, trata-se de uma pizza em escalas, multinível, parecendo um vulcão, de massa extremamente fina e crocante, recoberta por ganash de chocolate belga meio-amargo, morangos frescos, hortelã orgânica e lascas de amêndoas tostadas. Um impacto visual muito hipnótico) onde, obviamente, foi uma declarada homenagem ao aniversário da "anfitriã".
Foi uma carinhosa forma encontrada para expressar toda a minha gratidão por participar de tão seleto evento rodeada também de outros grandes nomes da gastronomia.
Isso tudo aconteceu entremeado de curiosas perguntas e feedback do público.
Foi uma verdadeira delícia não só a minha oficina mas como, também, saber que a mesma foi “sold-out” com direito a lista de desistência e espera de mais de 150 pessoas para prestigiar a ocasião.

Agradeço também ao total apoio que eu recebi da Rede Hortifruti.
Certamente uma parceria de sucesso!
Aprecie-as no
http://paixaoporpizza.blogspot.com/




Surpreendendo e superando expectativas na FNAC – RJ!


No case FNAC, foi desenvolvido um módulo onde apresentamos os bastidores das confecções gastronômicas através de slideshow em torno de 06 minutos (a FNAC não têm infra-estrutura de cozinha).
Em seguida acontece o interrelacionamento com o público com as informações gastronômicas pertinentes à pizza que seria degustada. Neste caso foi a "Camarões Very Special" (AG* com molho Bechamel e manjericões frescos, molho este que não é comum sua utilização em pizzas. Trata-se de uma inovação Paixão Por Pizza Gastronomia) de meu exclusivo cardápio "Cullinan", e sua harmonização com um refrescante Sauvignon Blanc graciosamente oferecido também pelo meu apoiador Rede Hortifruti.


Condecorada como uma das 04 melhores Pizzas do Rio de Janeiro pela 2ª Copa Fispal de Pizzarias – etapa carioca – edição 2008 - da FISPAL, maior Feira de Food Service da América Latina, de propriedade da Brazil Trade Shows Partners (BTSP).


Recebemos o convite de participação no evento e fomos referendados à Fispal para a "Etapa Rio de Janeiro da II Copa Brasileira de Pizzarias", onde participaram as 20 melhores e maiores pizzarias do ranking RJ!
Uma fantástica, honrosa e emocionante experiência.
Muito obrigada!

Equilíbrio é Tudo... My Skyline...



Quando a solidão faz bem

Sim, é positivo – e necessário – estar sozinho para conquistar equilíbrio emocional.


Vivemos numa época em que a solidão se tornou um assunto coletivo. Mesmo quem não vive só conhece muita gente que está longe da família ou sem parceiro, voluntariamente ou não. A procura do amor é um assunto recorrente nas revistas, na TV, na internet, nas conversas. Fica a impressão – equivocada – de que estar sozinho é ruim, negativo, algo que nos diminui aos olhos dos outros. Ao contrário, os momentos de solidão não são apenas saudáveis, mas fundamentais para alcançarmos o equilíbrio. “Quando mergulhamos em nosso mundo interior, descobrimos o que queremos e até fazemos as pazes com nós mesmos”, diz a psicóloga Monica von Koss, de São Paulo. A sensação de que as pessoas estão cada vez mais sozinhas se confirma em pesquisas feitas em todo o mundo. Nos Estados Unidos e no Reino Unido, cerca de 25% das casas têm um único morador – e esse número triplicou em relação ao crescimento demográfico desde a década de 60. Em São Paulo, segundo o IBGE, uma em cada 30 pessoas mora só. O mito de que felicidade significa estar cercado de gente nos influencia a ponto de confundir ficar só com ser desinteressante e incapaz de atrair amor. Na crônica A Solidão Amiga, o escritor, psicanalista e professor Rubem Alves fala do erro de associar recolhimento a fracasso e idealizar a vida alheia: “Sua tristeza não vem da solidão. Vem das fantasias que surgem na solidão. Você compara a cena de você, só, na casa vazia, com a cena (fantasiada) dos outros, em celebrações cheias de risos... Sofre a dor real da solidão porque a solidão dói. Dói uma dor da qual pode nascer a beleza. Mas não sofra a dor da comparação. Ela não é verdadeira.”

Fortalecer a auto-estima – a capacidade de gostar de si mesmo – é o primeiro passo para se sentir completo, sem procurar preencher o vazio interior no contato com outras pessoas, o tempo todo. “A chave é separar o amor-próprio da aprovação dos outros”, ensina Monica von Koss. Às vezes, só descobrimos o lado bom da solidão no distanciamento voluntário da família ou dos amigos. O gerente de marketing Luís Pedro Ferreira, 35 anos, de São Paulo, morava com os pais quando foi fazer um curso nos Estados Unidos. “Perdi o medo de estar só comigo mesmo e aprendi a gostar de minha própria companhia”, conta. “Todo mundo deveria morar sozinho um tempo, para se conhecer”, sugere a consultora de moda gaúcha Francesca Sperb, 26 anos. “Você precisa fazer supermercado, pagar a faxineira. Descobre que é responsável por si mesmo.” Ela mudou-se há um ano para São Paulo: “No começo, fiquei com medo, pois diziam que eu ia me sentir solitária numa cidade tão grande. Mas estou curtindo a independência”.

Parada obrigatória

Períodos de recolhimento são fundamentais para avaliar o rumo da vida. “São momentos de acalmar as emoções e se desligar do cotidiano, para obter clareza nas prioridades e no que é preciso para ser feliz”, continua Monica von Koss. Essa reflexão ajuda a discernir em que momentos basta ficar consigo mesmo e quando é melhor procurar companhia. Às vezes, desperdiçam-se oportunidades de reflexão emendando uma atividade na outra. É comum ao se flagrar sozinho, ligar a TV, o som, o computador – ou de preferência tudo ao mesmo tempo. Essa é uma das muitas formas de fugir de si mesmo. Sábio, o corpo pode cansar desses escapes e exigir uma pausa para que haja uma recomposição interna. “Uma enxaqueca ou dor nas costas valem como aviso de que é preciso sair da roda-viva”, salienta Maria Dolores Cunha Toloi, psicóloga do Instituto Sedes Sapientae, de São Paulo.
Por não perceber que cada indivíduo cria seu próprio vazio existencial, não é difícil cair na armadilha e acreditar que arrumar um parceiro é a única saída para a solidão. “É um erro, pois inúmeras pessoas casadas se sentem solitárias por não terem diálogo nem troca com o companheiro”, lembra Monica von Koss.

Em busca do amor

Ao romper uma relação amorosa, para muitos surge a necessidade de procurar uma nova companhia, para fugir do autoquestionamento e não enfrentar a dor. “A tendência é sair logo em busca de outro relacionamento para preencher o vazio que ficou do anterior”, explica o psicólogo Ailton Amélio da Silva, de São Paulo. Mas o caminho inverso pode ser mais compensador. Ao terminar um relacionamento há cinco meses, o administrador de empresas Elvio Côrrea Porto, 41 anos, de São Paulo, decidiu se dedicar mais a seu curso de mestrado. “Enquanto namorava, era complicado administrar o tempo a dois, pois a faculdade exige provas e trabalhos, e eu tinha que estar sempre negociando minha ausência”, afirma Elvio. “Estou aproveitando a fase para meu desenvolvimento pessoal. Se um novo amor aparecer, será bem-vindo. Mas agora não há nada que justifique ficar com alguém só por ficar”, completa ele. Hoje, muita gente vive a solidão como uma situação embaraçosa. Especialmente as mulheres, que crescem acreditando que precisam sempre se voltar aos outros – maridos, namorados ou filhos. “Elas são condicionadas a achar que, se estão sozinhas, falta algo em sua vida”, diz a psicóloga Monica von Koss.

Mesmo casada e com duas filhas, a terapeuta corporal paulistana Antonieta de Oliveira Novaes, 40 anos, sempre fez questão de manter espaço para estar em contato consigo mesma. Ela delimitava esse espaço fisicamente em sua casa, trabalhando a sós no seu ateliê. Com duas filhas crescidas, de vez em quando ela passa um fim de semana sozinha na casa de praia em Ubatuba. “Quero acordar e comer na hora em que quero, resgatar o ritmo pessoal de minha época de solteira”, conta Nêta, como é conhecida. “Muita gente que não tem obrigações familiares não desfruta desse tempo precioso que tem a seu dispor.”

Espaço para criar

Se você está só, descubra como usufruir dessa liberdade pessoal. O primeiro passo é concretizar metas sem vinculá-las ao encontro com a pessoa perfeita, princesa ou príncipe encantado que vai se encaixar em seus sonhos. Tente também mudar os padrões de pensamento – por exemplo, dando um novo significado a datas como Dia das Mães ou dos Namorados, que trazem uma nuvem de tristeza para quem está só. Rosely Faiguenboim Lembo, 53 anos, dona de um pet shop em São Paulo, transformou o Natal em uma comemoração entre amigos. “Na família, os mais velhos foram morrendo, os jovens casaram, e ficou aquele clima pesado, chato”, relata. Agora, ela, o marido e mais dois casais se reúnem no dia 25 de dezembro para festejar sem o peso da obrigação. “Somos uma família de amigos”, resume. Depois, desenvolva sua criatividade. Desenhar, pintar, bordar, escrever ou realizar qualquer atividade artística, por exemplo, vai ajudar a contatar seu universo interior. Uma volta na praça ou no parque também pode ser uma maneira prazerosa de usar as horas de solidão para um encontro consigo mesmo.

Ampliar o leque de interesses e buscar adquirir conhecimento, ir ao cinema, freqüentar exposições ou eventos culturais também faz diferença. “Quem sai e circula acaba conhecendo gente interessante”, lembra Monica von Koss. Para isso, é preciso reprogramar o olhar sobre outras pessoas, com menos preconceito e mais condescendência, humildade e disponibilidade. Certamente, vai-se descobrir em volta gente com idéias e opiniões interessantes, fazer novos amigos e, quem sabe, até encontrar um amor.

É preciso aprender a estar só

Para que você se sinta bem quando está sozinho, é importante estar em paz e apreciar as horas de recolhimento. Os psicólogos Monica von Koss, Ailton Amélio da Silva e Maria Dolores Toloi sugerem como conquistar e valorizar esse espaço só seu. Observe-se sem medo. Deixe que todo tipo de idéia venha à cabeça e avalie por que você está pensando nessas coisas. Mesmo que o problema não seja resolvido na hora, sua observação vai abrir caminho para uma solução futura. Para evitar desentendimentos quando sentir necessidade de se afastar dos outros, deixe claro para o parceiro e para a família que o recolhimento é importante para você e que não significa rejeição à companhia deles. Se pessoas próximas não conseguem aceitar seu isolamento, mesmo que temporário, avalie por que os outros controlam sua vida ou, ainda, por que sua individualidade os incomoda. Procure refúgio na espiritualidade, que traz quietude e reflexão. O relaxamento também é uma prática que ajuda você a perceber melhor sua mente e seu corpo.

Fonte: Revista Bons Fluídos.
Por Wilson F. D. Weigl e Ana Ban
Fotos: Aristides Neto.
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Saúde – toques de saúde e bem estar.


Práticas para melhorar sua saúde


A especialista americana Nancy SantoPietro relaciona os males físicos e emocionais ao desequilíbrio dos chacras – centros de energia ao longo da coluna. Aqui, ela ensina como usar cores e respiração para estimulá-los e beneficiar seu corpo.

Os chineses afirmam que a casa é o nosso corpo maior, a parte mais externa de nós mesmos. Tudo o que fazemos nela afeta também nosso físico (chamado por eles de corpo menor), e vice-versa. De acordo com o Feng Shui, a técnica chinesa de harmonização, cada área da moradia corresponde a um centro energético no corpo. Portanto, exercícios para estimular os chacras complementam as mudanças na casa propostas pelo Feng Shui. “Você vai perceber, cada vez mais, que aquilo que não vê pode ter muito mais influência sobre seu bem-estar e saúde do que aquilo que vê”, diz a americana Nancy SantoPietro, especialista dessa técnica da Escola do Chapéu Negro, em seu livro Feng Shui and Health – Anatomy of a Home (ed. Three Rivers), ainda não traduzido para o português.

Nancy, que virá este mês ao Brasil para dar seminários, escreveu o livro baseada em suas experiências como terapeuta e consultora de Feng Shui. Segundo ela, as linhas invisíveis de energia e os padrões vibracionais que passam através do corpo e da casa contribuem tanto para manter a saúde, se forem harmônicos, quanto para provocar doenças, se forem desequilibrados. “Não interessa se você faz ginástica todo dia, se come arroz integral ou se canta mantras (palavras sagradas) horas a fio. Se sua energia pessoal e a do ambiente em que você vive estiverem alicerçadas em velhos padrões, pensamentos negativos e vibrações desarmônicas, uma hora ou outra a doença vai se manifestar”, afirma a especialista. Com isso, Nancy não está desencorajando ninguém a ter uma vida saudável. Apenas lembra que é preciso mais do que bons hábitos para ter um corpo em equilíbrio. Para ela, é necessário, antes de tudo, tentar manter padrões energéticos sadios.

O que não deixa você ficar bem

Quando adoecemos, sabemos que uma antiga estrutura – mental, emocional ou física – não está funcionando mais. Abandonar padrões, ou se desfazer de algo em nós capaz de provocar uma doença, torna-se então fundamental. A mudança interna é o primeiro estágio do processo de cura. Esse é o momento ideal para fazer a nós mesmos aquelas perguntas mais difíceis: “O que pretendo com a minha vida, quem sou eu verdadeiramente, o que preciso transformar em mim?” É bem possível que, lá no fundo, já saibamos exatamente o que transformar e o que abandonar. O problema é que temos receio de realizar isso. Deixar para trás o medo de mudar é o primeiro passo.

Mudança de padrão

Esse período de transição, que vai da doença à cura total, pode ser acelerado com algumas práticas. O uso de visualização de cores com a respiração ajuda muito, segundo a especialista, assim como certos cuidados com a força vital da moradia. Esse processo é chamado por Nancy de “as nove etapas da revolução emocional e espiritual”. São práticas que, garante ela, permitem entrar em contato com problemas internos não conscientes e que ajudam a prevenir doenças. Como cada chacra está relacionado a um guá da casa, as nove etapas propostas por ela complementam a aplicação do Feng Shui. “Mesmo as pessoas que não estão doentes podem praticá-las para manter a boa energia”, aconselha. O processo de visualização com cores em cada chacra, que dura 27 dias, pode ser repetido, com um intervalo de nove dias de descanso, se não houver melhoras físicas, emocionais e espirituais aparentes.

Fonte: Revista Bons Fluídos.
Por Liane Camargo de Almeida AlvesFotos: Ana Paula Lopes, Ana Paula Wenzel, Célia Weiss, Christan Parente, Eduardo Pozella, Luis Gomes e Mari Queiroz